De vez em quando gosto de fazer notas pra não esquecer algumas coisas. Sei lá, algumas percepções que quero moldar na minha forma atual - quem sabe pra ter o futuro em mãos. Só de tentar lembrar meu ouvido começa a doer. Ele cisma em doer quando coloco meu cérebro pra funcionar, sabe-se lá porque. Nem é uma exigência tão grande assim! Meu cérebro suporta pouco assim como eu, talvez, suporte. Ou a relação é utópica já que foi uma conclusão minha. Não confio muito nas conclusões que tiro, sempre acho que elas são superficiais demais, até mesmo infundadas - ou melhor, fundada em coisas sem fundo. Pensa bem, tudo muda, em constante renovação e quem sou eu pra delimitar algo no meio desse furacão incessante de transformação?
Pois bem, voltemos as minhas notas. Algumas me vieram a mente:
Acabei de reparar que tenho medo da palavra amor. Minha cabeça decodifica como algo de muito valor, peso e responsabilidade. Nunca falei que amo alguém por medo, acho. Não. Acho que nunca amei mesmo. E se amasse, preferia fingir que não percebi. Mas deve ser bom, diria embriagante. É, acho que todos esses clichês são verdades. Me desafio a representar de maneira original e única. Não agora, claro. Sou imatura nesses aspectos.
Quero começar a escrever uma história de verdade. Fazer um livro particular até ter coragem de expor ao mundo. Ou seja, ter um livro particular e ponto. Gosto da última página do livro, e quando o fecho, o bafo de ar que bate no meu rosto é sempre único. Como se cada um me trouxesse um novo ar pra respirar, e quando finalmente esse ar chegasse no cérebro, receberia a reação como a resposta da leitura. A finalidade d o livro, por si só, é só uma: fazer você mudar, pertencendo sempre ao "furacão incessante de transformações."
Pois bem, voltemos as minhas notas. Algumas me vieram a mente:
- Que sua contradição não afete as pessoas. (Por exemplo, as contradições de minha mãe quase me enlouquecem.)
- Se começar a ler um livro, termine-o. (Quantas frases e conclusões mágicas já perdi por pura preguiça.)
- Sempre observe um detalhe mínimo em cada foto e guarde para si, como algo precioso que só você merecia ter visto.
- "Erre com fundamento." (Meu professor de Biologia falou esses dias, achei válido.)
Acabei de reparar que tenho medo da palavra amor. Minha cabeça decodifica como algo de muito valor, peso e responsabilidade. Nunca falei que amo alguém por medo, acho. Não. Acho que nunca amei mesmo. E se amasse, preferia fingir que não percebi. Mas deve ser bom, diria embriagante. É, acho que todos esses clichês são verdades. Me desafio a representar de maneira original e única. Não agora, claro. Sou imatura nesses aspectos.
Quero começar a escrever uma história de verdade. Fazer um livro particular até ter coragem de expor ao mundo. Ou seja, ter um livro particular e ponto. Gosto da última página do livro, e quando o fecho, o bafo de ar que bate no meu rosto é sempre único. Como se cada um me trouxesse um novo ar pra respirar, e quando finalmente esse ar chegasse no cérebro, receberia a reação como a resposta da leitura. A finalidade d o livro, por si só, é só uma: fazer você mudar, pertencendo sempre ao "furacão incessante de transformações."
Um comentário:
esse bafo de fim sempre tem um cheiro bom.
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