Nem me lembro mais como se faz pra escrever. Se continuar assim, vou esquecer a essência de minha vida. Ultimamente tenho sentido muita pressão. Na verdade, acho que nem pressão é, mas sim, responsabilidades. Quando estou fazendo algum exercício, apenas o ato de escolher entre 4 - quem sabe 5 - letras e alternativas me consome de forma absurda. Ando meio desequilibrada, admito. Até o pouco pesa muito. E até o muito, que antes eu sabia lidar, agora foge de meu alcance.
Sabe, eu ainda não estou preparada. Pro lado bom de crescer eu já estou pronta e já até faço parte desse mundo. Mas o lado ruim, das pendências... Ah, esse tá longe ainda. Com minhas pernas não consigo sustentar o mundo que estar por vir. Ou melhor, não consigo ME sustentar nesse mundo que estar por vir. Deve ser sinal da atrofia do meu cérebro. E sabe por que eu fico assim? Porque eu quero coisas. Eu, apesar de tudo, ainda tenho sonhos e até vontade de alcançá-los. Em tudo se descobre o lado bom.
Só me peço uma coisa: que não enlouqueça. A ilusão me atrai, mas dai fazer dela base da vida já é demais. Não posso e nem quero ser assim. Me recuso. Aos lunáticos, peço perdão, mas não nasci pra essa profissão. Preciso me testar até o limite e é a partir dai que posso tirar um conceito concreto do que sou e até aonde vou. Me delimitar com uma régua, praticamente. Mas pra que? Pra me sentir uma perdedora? Porque vai saber quantas polegadas de Julia vai se encontrar lá na frente. Que eu não me auto-decepcione já que isso as pessoas fazem demais e de graça pra mim.
O tempo vai correndo, os minutos passando, o relógio apitando, e eu continuo aqui. Colocando pra fora o que nem deveria estar dentro de mim. Preciso de todo espaço focado em palavras, números, matéria, prazos e cansaço. Muito cansaço. Se cansando se percebe que você está fazendo por merecer. E eu ainda vou fazer. Espere só. Vou me ajustar e tudo vai entrar nos eixos. É simples falar e vou fazer com que seja simples fazer. Espere só.
Sabe, eu ainda não estou preparada. Pro lado bom de crescer eu já estou pronta e já até faço parte desse mundo. Mas o lado ruim, das pendências... Ah, esse tá longe ainda. Com minhas pernas não consigo sustentar o mundo que estar por vir. Ou melhor, não consigo ME sustentar nesse mundo que estar por vir. Deve ser sinal da atrofia do meu cérebro. E sabe por que eu fico assim? Porque eu quero coisas. Eu, apesar de tudo, ainda tenho sonhos e até vontade de alcançá-los. Em tudo se descobre o lado bom.
Só me peço uma coisa: que não enlouqueça. A ilusão me atrai, mas dai fazer dela base da vida já é demais. Não posso e nem quero ser assim. Me recuso. Aos lunáticos, peço perdão, mas não nasci pra essa profissão. Preciso me testar até o limite e é a partir dai que posso tirar um conceito concreto do que sou e até aonde vou. Me delimitar com uma régua, praticamente. Mas pra que? Pra me sentir uma perdedora? Porque vai saber quantas polegadas de Julia vai se encontrar lá na frente. Que eu não me auto-decepcione já que isso as pessoas fazem demais e de graça pra mim.
O tempo vai correndo, os minutos passando, o relógio apitando, e eu continuo aqui. Colocando pra fora o que nem deveria estar dentro de mim. Preciso de todo espaço focado em palavras, números, matéria, prazos e cansaço. Muito cansaço. Se cansando se percebe que você está fazendo por merecer. E eu ainda vou fazer. Espere só. Vou me ajustar e tudo vai entrar nos eixos. É simples falar e vou fazer com que seja simples fazer. Espere só.