ai vão tentar me explicar, fazer eu entender, que a coisa processe em minha mente. e se eu não entender, eu sou idiota. por um simples fato de perspectiva acho. vai ver não entendi porque a coisa é tão nula e mínima que chega a não fazer sentido pra mim e isso sim eu processo e entendo e veja bem, não precisa nem me explicar. tem coisa que eu nem tento explicar porque vou ser idiota do mesmo jeito. tem gente que tá aqui pra te fazer de idiota você querendo ou não, você sendo ou não. percebo que tudo que eu escrevo aqui, depois de um tempo, não vai ter mais sentido. afinal, eu não digo sobre o que estou falando, está tudo na minha mente, no meu humor do momento. isso é bom, não estou me importando com o meu depois. ele nem existe ainda. minhas olheiras estão cada vez maiores e fortes representando o resultado de discórdia que minha casa tomou forma. inferno, inferno. devo nem saber o que tô falando, mas falo. tô juntando as palavras, colocando elas sequencialmente, faça sentido, faça sentido, faça sentido. eu falo com tudo, menos com quem eu devia. da forma que eu devia. e por que eu devia? obrigação. obrigação, coisa mais babaca. faça porque quer, porque gosta. dane-se. mas arque com as consequências, isso é importantíssimo. eu pelo menos decido e as consequências, muita das vezes, são maiores e mais pesadas, impedindo que eu as aguente. acontece, mas não diga que eu não avisei. avisar. pra quê avisar? avisar nada não. deixar você ai se ferrar, aprender na marra e me culpar depois. qualquer que seja a sequencia das setas, até mesmo unidirecionais, elas de alguma forma vão chegar ao mesmo lugar: julia, sua idiota.
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